A prática abrangente de Jarbas Lopes transita entre pintura, escultura, desenho, livros de artista, instalações e performance. Desde os anos 1990, desenvolve uma produção que valoriza o fazer manual e os processos colaborativos, criando situações nas quais o público é convidado a interagir com as obras e a tornar-se parte ativa da experiência artística.

 

Sua sensibilidade ecológica, articulada a uma investigação das relações entre corpo e cultura, dá origem a projetos sensoriais e utópicos que exploram as possibilidades de encontro entre arte e vida. Interessado no potencial da arte como catalisadora de transformações, Lopes propõe trocas simbólicas, envolvimento comunitário e a invenção de novos modos de viver no mundo.

 

Formado em Escultura pela Escola de Belas Artes da UFRJ (Rio de Janeiro, 1992), Jarbas Lopes já realizou exposições individuais em locais como Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica (Rio de Janeiro, 2024); Pinacoteca de São Paulo (2023); A Gentil Carioca (Rio de Janeiro, 2023, 2017, 2013 e 2008); MAR - Museu de Arte do Rio (Rio de Janeiro, 2022); Luisa Strina (São Paulo, 2017 e 2009); CRAC Alsace (Altkirch, França, 2017); Tilton Gallery (Nova York, 2013 e 2010); e Museo Nacional de Bellas Artes (Santiago, 2010).

 

Também se destacam suas participações em Brazil, Beleza?!, Museum Beelden aan Zee (Haia, 2016); 11ª Bienal de Lyon (2011); Panorama da Arte Brasileira, MAM São Paulo (2011 e 2001); 7ª Bienal de Gwangju (2008); 27ª Bienal de São Paulo (2006); 8ª Bienal de Havana (2003); entre outras.

 

Suas obras integram coleções públicas e institucionais, incluindo ASU Art Museum (Tempe); Bronx Museum of the Arts (Nova York); Coleção Gilberto Chateaubriand, MAM Rio (Rio de Janeiro); Fundación ARCO (Madri); Instituto Inhotim (Brumadinho); MAM Rio (Rio de Janeiro); MoMA (Nova York); Museu de Arte da Pampulha (Belo Horizonte); TBA21 - Thyssen-Bornemisza Art Contemporary (Viena); Cisneros Fontanals Art Foundation - CIFO (Miami); e Victoria and Albert Museum (Londres), entre outras.